Você está pesquisando por News?
+55 11 2193-2960
+55 11 94788-8015
Busca em Valas Clandestinas no Cemitério de Perus 11-10-2018: Local:São Paulo (1 - 1 de 10)
Exibição:
Thumb pequena
  • Thumb pequena
  • Thumb média
  • Thumb grande
Autorizações
  • Autorizações
  • Com Model Release
  • Sem Model Release
20 fotos por página
  • 20 fotos por página
  • 40 fotos por página
  • 80 fotos por página





Carregando...
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619448
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619448

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619447
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619447

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619446
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619446

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619445
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619445

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619451
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619451

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local. Um muro e uma pequena estrutura de tijolos (foto) marcam o local exato onde foram encontrados os 1.049 sacos plásticos contendo esses restos mortais.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619444
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619444

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619450
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619450

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local. Um muro e uma pequena estrutura de tijolos (foto) marcam o local exato onde foram encontrados os 1.049 sacos plásticos contendo esses restos mortais.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619443
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619443

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local. Em um marco de concreto (foto) está uma placa de metal, colocada em 2017 pela Comissão de Memória e Verdade da Prefeitura de São Paulo, em memória desses desaparecidos políticos.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 08/03/2018
Cod. da imagem: 1619449
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 08/03/2018

Cod. da imagem: 1619449

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local. Em um marco de concreto (foto) está uma placa de metal, colocada em 2017 pela Comissão de Memória e Verdade da Prefeitura de São Paulo, em memória desses desaparecidos políticos.

Editorial RM
Valas clandestinas no cemitério de Perus

Data da imagem: 01/03/2018
Cod. da imagem: 1619442
Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

Direito Controlado


Data da imagem: 01/03/2018

Cod. da imagem: 1619442

Crédito: Juca Rodrigues/ Fotoarena

O Cemitério Dom Bosco, mais conhecido como Cemitério de Perus, e que atualmente também tem o nome de Colina dos Mártires, foi o local onde os órgãos de repressão da ditaura militar enterraram, clandestinamente, no início dos anos 1970, centenas de corpos de presos políticos torturados e assassinados em prisões de São Paulo. Em 1990, lá foram encontrados, em uma vala comum, 1.049 sacos plásticos pretos contendo restos mortais de indigentes, parte deles eram corpos desses opositores do regime até então dados como desaparecidos. A prefeita de São Paulo na época, Luiza Erundina, ordenou a retirada desses corpos do cemitério e os encaminhou para a Universidade de Campinas (Unicamp). Hoje, especialistas acreditam que possa haver mais corpos de pessoas mortas pela ditadura enterrados no local. Em um marco de concreto (foto) está uma placa de metal, colocada em 2017 pela Comissão de Memória e Verdade da Prefeitura de São Paulo, em memória desses desaparecidos políticos.

Editorial RM
 
 
HOME    |    ENTRE EM CONTATO    |    TERMO DE USO       

COPYRIGHT 2008-2018 FOTOARENA. PROIBIDA A CÓPIA OU REPRODUÇÃO SEM AUTORIZAÇÃO PRÉVIA..